Blog da Cátia Pipoca - Dicas de Concursos Públicos

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Contar ou não sobre meus sonhos aos outros: Devo contar que presto Concursos ou vou tentar a OAB, Catia?

Contar ou não sobre meus sonhos aos outros:
Devo contar que presto Concursos ou vou tentar a OAB, Catia?
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Se você vive em um ambiente, seja na família ou no trabalho (ou ambos), em que impera a negatividade e as pessoas não costumam ser bem sucedidas, elas não poderão acrescentar nada ao que você já sabe , a não ser que seja alguém em que você realmente confie e geralmente ( acredite ou não - são poucas pessoas ) Se não é o caso, contar seus sonhos pros outros só vai gerar críticas, indiretas maldosas, pressão, água fria e daí pra pior.
Se você morre de vontade de contar suas metas para alguém, o melhor é que isso seja feito em um ambiente em que as outras pessoas também tenha os mesmos objetivos ou estejam dispostas a aceitar sem criticar os sonhos dos outros
Em qualquer situação evite ao máximo buscar aprovação quando falar sobre o que você quer da vida, como se um terceiro precisasse te dar autorização ou dizer que está tudo bem em querer o que você quer. Nós vivemos em um mar de desavisados, incompetentes e gente “sem noção”. Ninguém pode dizer realmente o que você pode ou não pode fazer principalmente se desconhece a rotina em que você enfrenta
Consultar alguém mais experiente que já tenha conquistado o que você deseja é algo diferente. Nesse caso, não se deve ter expectativa de aprovação, mas sim, o objetivo de angariar mais informações sobre o caminho a seguir, os possíveis obstáculos e algumas dicas. Uma conversa com uma pessoa bem sucedida tem uma outra dinâmica, pois ela já conquistou aquilo que você deseja. Chegar até essas pessoas nem sempre é possível devido a correria, nessas horas é que pecamos em caçar a aprovação dos outros. Evite. Seja um agente secreto dos seus próprios sonhos, a necessidade de buscar dicas e mais informações dá para ser sanada através das Redes Sociais em Grupos específicos, se tiver necessidade de desabafar faça com quem conhece o meio ou com aquela pessoa que há afinidade real.

O poder de persistir

Abraham Lincoln::

Faliu nos negócios aos 31 anos de idade;

Foi derrotado numa eleição aos 32 anos;
Faliu de novo aos 34 anos;
Teve um colapso nervoso aos 36 anos;
Perdeu uma nova eleição aos 38 anos;
Perdeu eleições aos 43, 46 e 48 anos;
Perdeu uma eleição para o Senado aos 55 anos;
Perdeu mais uma eleição aos 58 anos;
Foi eleito presidente dos EUA aos 60 anos.

Só há o fracasso quando desistir e parar de lutar por um sonho
Toda ação terá um resultado bom ou ruim
É importante anotar durante a jornada os pontos falhos-fracos e trabalhar com presteza e firmeza em cima disso. Mudando ações e se livrando dos velhos vícios!


Bastará apenas uma vitória e mudará todo a sua estória

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Michelângelo, os Concurseiros e o Brinquedo de Encaixar.


Vai Ser difícil à beça escrever isto. Procrastinei o máximo que pude, mas como sei que vai ajudar muita gente, então lá vai:
Todo mundo fica admirado com as esculturas de Michelângelo, mas quem teve que trabalhar a pedra bruta foi ele, e mais ninguém. Fico até imaginando o monte de palpiteiro que ele teve que aguentar enquanto fazia o seu trabalho, dia após dia. Trabalho árduo, que exigiu esforço, sacrifício, atenção aos detalhes, dedicação.  Também, no caso dele, as pessoas  se calavam após ver o trabalho acabado, a escultura pronta. Não é isso que acontece com os concurseiros? Não somos nós que temos que  montar cronogramas, criar mnemônicos, resolver exercícios? Não somos nós que deixamos de curtir baladas para estudar?
Recentemente, numa de minhas inúmeras escapadinhas dos estudos, assisti a um vídeo muito interessante no face:  não consigo lembrar o nome do vídeo , mas tinha uma  jovem, com um desses brinquedos de encaixe, fazendo uma comparação com a nossa maneira de pensar com a maneira de pensar de outras pessoas. Ela dizia, em síntese, que se você pensa assim, de forma circular, você cabe direitinho no círculo, não adianta querer agir de outra forma, que o máximo que você vai conseguir é ficar dependurado.  Da mesma forma, não adianta outra pessoa querer nos impor o jeito que ela pensa e se comporta para nós: não vamos nos encaixar.
E, de novo, pensei na nossa rotina de concurseiros. Vamos imaginar que todos nós somos círculos que nos encaixamos perfeitamente onde tem tabelas, resumos, exercícios, livrarias,  lançamento de livros de professores famosos nesse nosso mundo de concurseiros, atualizações de leis e espiadelas na TV Justiça. É o nosso meio. Mas... e as pessoas que amamos? E as que se preocupam conosco?
Elas não se encaixam nesse meio. No fundo, acham tudo isso uma loucura. Elas se cansam da nossa rotina de concurseiros, das nossas aulas de Constituição, da nossa conjugação de verbos, e das explicações de mesóclises e ênclises. Na verdade, ficamos um pouquinho chatos.
Para eles, é complicado nos ver enfiados numa pilha de livros, com fones de ouvido, assistindo inúmeras videoaulas  e resolvendo uma lista interminável de questões. O fato é: deixaram de nos amar por isso? Não, apenas não conseguem nos entender. Querem nos impor a nossa forma de pensar. Mas não é exatamente isso que estamos fazendo com eles? (doeu muito admitir isso.).
Como cheguei à conclusão de tudo isso? Depois de muito chorar, implorar que me entendessem, depois de muito mi mi mi. E depois de minha última prova, aonde cheguei faltando nada mais do que um minuto para fechar os portões. E porquê? Porque o GPS estava desatualizado, descarregado e eu tinha ficado uma semana sem internet. Depois que tudo passou, minha ficha caiu: Quem iria ser prejudicada? Eu, portanto, quem deveria ter carregado o GPS? Euuuuu.  Quem sabia, com absoluta certeza, que não entraria após fechar os portões? Eu! Então, quem deveria ter procurado a rota ou qualquer outra forma de estar no local de prova no horário marcado? Acertou, eu de novo.  Portanto, a culpa era minha, e não adiantava eu querer enfiar ninguém num sonho que é exclusivamente meu.  Sou eu que sei que vai ser bom para mim continuar estudando.
Não adianta querer que os outros nos entendam. Todo mundo tem suas limitações. Também temos as nossas. A dica é respeitar o espaço deles, e não querer impor nossas ideias na marra. Não é fácil, mas não tem outro jeito. Não adianta pedir mais amor e compreensão da Humanidade para nossa causa. Nunca é fácil para ninguém. Também não adianta ficar esperando aplausos enquanto esculpimos nossa vitória. Aplausos são para depois. São o prêmio dos fortes. Dos persistentes.


Lilian Aguiar.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Vale a pena fazer COACHING?

Qual tipo de coaching escolher?
A definição real de Coaching é a dúvida da maioria no mundo dos concursos públicos. Muitos serviços oferecidos atualmente recebem, equivocadamente, esse título, sendo na verdade um tipo de mentoring, ou seja, apenas uma parcela de todo o processo.
Há uma frase muito conhecida entre os Coaches (aquele que te treina) que resume perfeitamente o verdadeiro conceito de um COACHING eficaz: “Coaching é uma relação de parceria que revela e liberta o potencial das pessoas de forma a maximizar seu desempenho. É ajudá-las a aprender em vez de lhes ensinar algo…” Timothy Gallwey
Eis a distinção: O Coach não “mastiga” e sim influencia, não cria um plano de estudos e sim ensinar os meios de criar plano em conformidade com a necessidade de cada indivíduo analisando rotina e cognição. Para isso é preciso um trabalho personalizado e individualizado, e não de maneira genérica. É imprescindível também ser certificado para tratar um Coachee, lidamos com vidas e sonhos e muitas das vezes quando um cliente nos procura está em um processo de fadiga ou depressão profunda. É necessária habilidade para trabalhar com cautela o emocional do Coachee, saber quando apertar ou afrouxar, conforme a evolução do processo. E é exatamente o intuito diferenciado da nossa Equipe no COACHING APROVAÇÃO. Acima de tudo, temos a leveza e o amor fraternal para saber lidar com todo tipo de conflito dando ênfase ao emocional e preparação.
O COACHING APROVAÇÃO foi criado em AGOSTO de 2014 e, apesar de ser jovem, já cumula uma boa lista de APROVADOS em concursos como: Polícia Civil, ISS, Tribunal Regional Eleitoral, Tribunal de Justiça, entre outros. Como se pode notar desde as aprovações advém desde as áreas fiscais aos Tribunais e OAB. Temos técnicas próprias desenvolvidas e adaptadas exclusivamente aos Concursos Públicos e provas da Ordem.
Tratamos o potencial máximo de cada um, mostrando como lidar com os altos e baixos, estudar de maneira eficaz e eficiente, sair da zona de conforto e atingir percentuais de acertos bem acima do que de costume. A evolução após um mês já é nítida! Observar nossos Coachees vencendo a depressão e evoluindo nos estudos tem sido o marco da nossa empresa. Trata-se de uma alegria imensurável. O COACHING APROVAÇÃO tem crescido rapidamente aos processos supracitados que demonstram não apenas dedicação como também o carinho com que trabalhamos. Queira ou não, criamos um laço muito forte com cada Coachee, o que de forma positiva, facilita ainda mais o processo de influenciar positivamente às mudanças. Como um resumo de nossa metodologia podemos citar que nossa primeira entrevista é AO VIVO (fundamental para avaliação de personalidade e programação neurolinguistica – PNL ), a partir daí começamos a analisar os pontos fortes e os fracos do Coachee, apontando com detalhe no mesmo momento o que geralmente passa despercebido a quem nos procura. Em seguida, entramos no processo de acompanhamento direto pelo “whatsapp ou afins “ para os feedbacks e tira-dúvidas ilitmitado durante o período contratado. Assim, juntos adaptamos os processos até que se ajustar perfeitamente às necessidades de cada um.
Se vale a pena investir? Não há dúvida, notamos que a maioria dos concurseiros está preparada para aprovação, mas que por um detalhe ou até mesmo por conta do emocional abalado acaba ficando sendo reprovado. Portanto, aconselhamos que antes de contratar o trabalho de Coaching procure saber se trata-se de serviço Mentoring (apenas apresentação de plano de estudos e dicas genéricas) ou de COACHING. A diferença é muito grande. Pois muitos acreditam que precisam apenas de um cronograma de estudos, quando, na verdade, estão cometendo diversos outros erros que não consegue perceber.
Para mais informações sobre o nosso trabalho, fique à vontade e, escreva para coachingparovacao@gmail.com Rumo à aprovação! Aos estudos! Coaches responsáveis e especialistas em Concurso Público: Catia Pipoca – Certificada pelo IBC Company e especialista em PNL Deborah Cal (Blog da Concurseira Dedicada) - Certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

ESCOLHAS

Toda escolha é imperfeita.scottbloomdecisions
E essa é uma de nossas maiores crises, porque é difícil optar. As escolhas são imperfeitas porque é impossível medir seu impacto, porque o impacto de uma escolha depende do resultado de uma escolha, que só é percebido depois que a escolha foi feita.
Ou seja, é impossível saber o resultado sem optar por aquilo que te angustia em primeiro lugar.
Filosófico. Mas como lidar com isso?
Durante a vida, as escolhas são diárias. Desde aquelas mais simples (“hum, será que vale a pena dormir mais 5 minutos?”) até as mais complexas (“será que caso ou compro um volkswagen?”).
As escolhas mais complexas, por paradoxal que seja, tendem a ser muito mais tranquilas de serem tomadas, porque são pensadas, ponderadas, consideradas calmamente. Mas quando falamos de pequenas escolhas – fazer agora ou daqui a uma semana, trocar um móvel de lugar, estudar uma disciplina ou outra – as coisas ficam mais difíceis porque não nos damos ao luxo de pensar nas implicações. Além disso, o futuro é incerto e nebuloso.
Lendo o livro Decisive, de Chip Heath e Dan Heath (uma obra que fala sobre escolhas, e como fazê-las de forma melhor), deparei-me com o método 10/10/10.
Nota: Ao longo dos próximos dias, vamos falar de aspectos bastante práticos da vida, que nos afligem quase diariamente, como afastar pensamentos negativos, tomar pequenas decisões, agir.
Começamos hoje com a questão das decisões. Serei breve.
O método de hoje foi inventado por Suzy Welch (esposa do ex-dirigente da GE, Jack Welch, uma lenda no mundo dos negócios). Ela, inclusive, escreveu um livro sobre a prática.
A questão é simples: sempre que você se deparar com uma escolha difícil de ser feita, pense em termos de 10/10/10: como você vai se sentir em relação à sua decisão daqui a 10 minutos? Como você vai se sentir daqui a 10 meses? Como você vai se sentir daqui a 10 anos?
Essa forma de pensar exige que tomemos uma certa distância das decisões a serem adotadas. É sabido que temos razoável dificuldade ao pensar em nossas vidas do lado de fora (por isso é tão fácil dar pitaco na vida dos outros, mas tão difícil fazer nossas próprias escolhas).
O método pode ser aplicado a todos os tipos de escolhas. Um exemplo pessoal:
grande-Camara_deputadosContei uma história algum tempo atrás sobre os boatos em relação à prova de Consultor da Câmara de 2014. A prova vinha sendo anunciada há meses e, no início de 2013, havia fortes indícios de que o processo de autorização e de realização do concurso estava tomando força. Sabendo disso, propus-me a estudar para a prova, mesmo sem um panorama de tempo definido.
Obviamente, isso não ia dar certo.
Surgiram outras atividades – muito mais interessantes e com recompensas imediatas – escrever, publicar um livro, estudar para provas com editais lançados, cuidar de assuntos aleatórios e que hoje nem lembro quais foram. E, claro, eu não passei.
Mas imagine se, em fevereiro de 2013, eu tivesse pensado dessa forma:
“Não quero estudar agora.”
Daí, vem a consideração:
  • Como vou me sentir daqui a 10 minutos? Provavelmente, bem. Vou fazer o que quero fazer, que provavelmente é mais divertido e menos cansativo do que estudar.
  • Como vou me sentir daqui a 10 meses? Provavelmente mal, como foi o que aconteceu: sem ter estudado para a prova, quando o edital foi lançado havia outras coisas acontecendo, com as quais eu já tinha me comprometido a mais tempo. O resultado, claro, foi a falta de estudo que nos impede de passar.
  • Como vou me sentir daqui a 10 anos? Muito pior, porque essa podia ter sido a última prova da minha vida. Tendo sido aprovado, poderia parar de estudar para concursos e me dedicar integralmente a escrever e a cuidar da minha vida, que é o que eu gostaria de fazer. Há provas que a gente esquece logo – não é o caso das que acontecem uma vez a cada 10 anos.
Mas eu era jovem e inocente, e isso não passava pela minha cabeça.
A mesma lógica pode ser aplicado àquilo que você acha que tem muito impacto, mas percebe que não tem tanto assim.
Digamos que você tem um grande projeto pela frente (por exemplo, preparar-se para uma boa prova). Surge, então, um evento imperdível, como uma FESTA DE ANIVERSÁRIO (AAAAAHHHH!). Você quer ir. Aniversários, embora aconteçam todos os anos, só acontecem uma vez por ano!!!
E, claro, você não quer ser o chato que não vai porque “tinha que estudar”, o que sempre parece desculpa, principalmente para quem nunca estudou sério na vida.
Daí, vem o processo:
“O que vai acontecer se eu não for a essa festa?”
  • Daqui a 10 minutos: você provavelmente vai se sentir mal, porque perdeu um evento de que queria participar. Seus amigos provavelmente estarão lá e farão piadas internas que você não vai entender – porque não estava lá. Além de não comer docinhos e salgadinhos.
  • Daqui a 10 meses: provavelmente, não vai fazer muita diferença. Você vai ter ido a outros eventos, vai ter se desenvolvido. Vai ter buscado seus objetivos, vai ter vivido o processo e vai ter plena consciência de que deu atenção àquilo que era importante.
  • Daqui a 10 anos: nada. Nem você nem as pessoas que foram à festa vão se lembrar dela. “Festa? Qual?”
A aplicação vale para tudo: compras, decisões, dúvidas, confissões. Tudo isso que permeia nossos dias.
A ideia não é que esse sistema seja nenhum tipo de panaceia, resposta a todos os seus problemas. Mas é uma forma de pesar diferente sobre aquilo que se passa em sua vida, e como advogamos por aqui, de procurar manter uma vida consciente.
E você? Consegue se lembrar de alguma ocasião em que esse processo teria sido útil? Deixe seu comentário.
Sucesso e boas decisões,
Fernando Mesquita