Blog da Cátia Pipoca - Dicas de Concursos Públicos

domingo, 24 de março de 2013

'Estudar virou hábito', diz aprovado em 13 concursos públicos, no AM


Muitos querem passar em concurso público atraídos pela estabilidade e remuneração acima do que é praticado na iniciativa privada. Se engana, porém, que todo concursado opta sempre por fazer da aprovação fonte de remuneração para o resto da vida. Há uma tendência em se acostumar - e até gostar - de manter o ritmo de estudo acelerado, pautados em editais. Foi o que aconteceu com o Oficial de Justiça João Victor Tayah, de 26 anos que é concursado e continua a buscar outras aprovações. “Estudar para concurso virou um hábito que sinto falta quando não mantenho”, disse.
No currículo, João Victor carrega a aprovação de mais de 13 concursos públicos. De assistente administrativo da Prefeitura de Manaus à Oficial de Justiça com aprovação nos processos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal Regional Federal (TRF) e Tribunal de Justiça de Roraima (TJ-RR), o início da vida de concurseiro foi motivada pela estabilidade financeira.
“Decidi estudar para concursos porque a estabilidade sempre me chamou a atenção. Depois que vi que poderia passar em outros, me acostumei a tentar oportunidades melhores”, ressaltou Tayah. O sucesso, no entanto, é resultado de cinco horas diárias de estudos. As aprovações também são fruto de fins de semana sem pensar em ir a festas ou encontros com amigos. O saldo de poder escolher o cargo que quiser é a marca do reconhecimento por tanto afinco.
“Tem aquela questão de não poder sair, mas quando consigo a aprovação é a minha vitória. Vale a pena passar horas focado nos livros”, comemorou. Bacharel em Direito, João Victor acredita que a formação jurídica auxilia o candidato na hora de prestar um concurso público devido às disciplinas indicadas nos editais. “Levamos uma certa vantagem porque temos a oportunidade de ver com calma os vários leques do Direito. Mas, na prática, há oportunidades para todos. É só estudar”, afirmou João Victor de maneira positiva.
A vida de concurseiro está aliada a viagens por todas as regiões brasileiras. Para prestar concursos, João já viajou à Santa Catarina, Roraima, Pará, Ceará e Rio de Janeiro. Rondônia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
“É difícil, mas não é impossível. Tem gente que começa a estudar e quando vê que não passa de primeira já desiste logo. É importante continuar estudando incansavelmente que um dia a pessoa consegue. É assim com todo mundo”, recomendou.
Fonte: G1

A ausência é necessária, apesar do amor.

Olá Guerreiros de luz! Eu sei que desde 2012 o Blog deu uma boa estagnada e o quanto devo estar em dívida com os amigos que nos leem. Dá um aperto no coração, mas creio que me entendem e sabem o quanto 2013 é importante para a maioria de nós, incluindo eu.
Estamos publicando com regularidade através do facebook https://www.facebook.com/C.Popcorn porque o acesso por dispositivos móveis são mais rápidos e não tomam tanto tempo como um blog. Apesar do meu perfil estar lotado e ter uma lista de espera grande, não pretendo criar uma fanpage e nem outro perfil, mas dá pra assinar, ou simplesmente acompanhar já que deixei a maioria das publicações públicas.
Se Deus quiser ao voltar com força total a escrever no blog terei grandes relatos e estarei contribuindo de forma mais satisfatória as expectativas e anseios de todos.
Desejo muita luz, foco, amadurecimento e crescimento espiritual aos queridos Guerreiros, e é claro, grandes vitórias. Longe ou perto estamos conectados uns nos outros.

Abração forte de ursa.


quinta-feira, 7 de março de 2013

O tal do FOCO



Vamos animar meu povo guerreiro!! Chegou naquele momento que realmente sabe o que que quer? Qual área pretende atuar como Servidor Público? Levei pelo menos dois anos para entender e aceitar o lugar que desejo estar e trabalhar. Antes disso dei tiros para tudo quanto é lugar sem planejar. Demorei outro tempão pra saber qual o melhor Curso, e que não é somente o Curso bom o maior quesito, e tão somente aquele que me daria um norte e malícia nos estudos . Imaginem a percurso árduo que é quando estamos Formados há um tempo e a base de Ensino que se tem são de escolas Estaduais e acreditem - as piores possíveis .
Em resumo posso afirmar que não presto mais Concursos por prestar. Escolho muito bem. Desde 2010 escolhi a dedo, e como a maioria deve saber quase nem tivemos bons Concursos nessas datas, no entanto foi ótimo ter prestado poucos, e apesar dos contratempos que tive, pude me dedicar e realmente descobrir o que de fato desejo. Passei da fase de escolher Concursos somente pelo bom salário ( claro que ainda conta muito ) ou por falta de opção, levo em consideração o tipo de trabalho que exercerei. Tenho diversos amigos no setor Público deprimidos por terem se dedicado tanto e no fim não se identificaram com a escolha. Imaginem vocês o tamanho do sacrifício que é despendido, a euforia que é ser convocado, e depois de um tempo sentir o peso e o tamanho da decepção dilacerando aquele sonho? Tudo isso pelo "quero pagar para ver" ou tão somente pela iminente necessidade por falta de dinheiro. Sem generalizar, como sempre digo: cada caso, um caso.
Tempos atrás ouvi um conselho de uma amiga ao me dizer que já que eu estava tendo a oportunidade de estudar tendo meios possíveis de me manter que deveria escolher analisando todo o contexto. Claro que não dei ouvidos na época porque somos tendentes à teimosia e afeiçoados aos riscos movidos mais pelas paixões do que pelas razões- lamentavelmente. E enquanto fiquei acompanhando a passeata sem focar, as minhas classificações estavam sendo medíocres, ou morrendo na Praia, porque no final das contas o tempo de aprovação , a facilidade de absorção nos estudos é muito distinto entre cada Concurseiro, mas há pecados que podemos evitar. No final das contas somos nós os maiores empecilhos, dificultamos sozinhos a caminhada.
Não acho errado quando os Concurseiros prestam um monte um atrás do outro em diversas áreas: municipais, estaduais e federais. Tenho amigos que no ano em que prestei apenas um, eles prestaram uns 10 em Prefeituras e Bancos, dentre outros, o caso deles era a necessidade por estarem desempregados, fizeram certinho. Não tinham opção e nem tempo.
Entendem o que quero dizer? Cada caso é um caso. Se você pode escolher e focar em apenas um sem ficar mudando os assuntos específicos todo o tempo creio ser a opção mais sensata e acertada de todas. Sabemos que os Tribunais Federais as notas são altas, e quando deixamos passar a oportunidade o tempo que teremos de esperar para ter outra chance é bem demorado.
Enfim, sem me estender muito porque se fosse contar todos os detalhes até aqui, principalmente aqueles que realmente conhecem a minha trajetória, sabem que daria pelo menos umas 2 mil páginas ( risos ).
Estamos juntos?
Chacoalha bem forte que o ânimo vem.
A postos?
Tenham um dia produtivo e repleto de boas luzes espirituais sobre a sua casa, o seu dia e o seu trabalho.
Abração forte de Ursa.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Corpo são, mente sã.

Olá nobres amigos(as),
Tranquilidade brasileira?

                   Em se tratando de concurseiro(a) acredito que não rs. São tantas matérias a estudar, vídeos aulas a assistir, resumos a produzir, questões a resolver... sem falar no conteúdo que vem se acumulando por causa da procrastinação. Quando o tempo parece escasso o que nós fazemos? eliminamos a atividade física da nossa rotina. Por consequência ficamos mais irritados, ansiosos, depressivos, passos a comer demasiadamente... Se for mulher a tortura é ainda maior em olhar no espelho e ver aquelas gordurinhas do mau, não que homem não dê importância a isso.  

                  Eu sei que se conselho fosse bom não se dava, vendia, mas hoje vou dar um "de gratis". É extremamente importante ter controle emocional e equilíbrio corpo-mente durante a preparação para um concurso, tendo em vista que as mais variadas estratégias e métodos de estudos estão às claras, ou seja, todos têm acesso- o que deixa a disputa ainda mais acirrada. Passar numa concurso hoje em dia "né brinquedo não", exige muito do concurseiro: Renúncias, pouco convívio social, disciplina, foco, e muita força de vontade. 

                   Eliminar por completo a atividade física é contraproducente, tendo em vista que segundos os especialistas "Do ponto de vista bioquímico, o exercício favorece a liberação de endorfina, hormônio que dá a sensação de bem-estar e relaxamento, e de neurotransmissores, como a serotonina e a norepinefrina, antidepressivos naturais." Ainda eles "as atividades físicas que melhor combatem o estresse são as aeróbicas, como corrida, caminhada, natação e ciclismo. "Elas são de caráter contínuo, sem interrupções. Precisamos de ao menos 20 minutos de atividade contínua para desencadear as alterações de bem-estar trazidas pelo esporte", explica Sérgio Gregório da Silva, professor de fisiologia do exercício na Universidade Federal do Paraná".

                  Esse concurseiro que vos escreve tem pouco mais de 2 anos de estrada, 5 concursos e três convocações. Talvez se tivesse atentado para esse ponto antes, teria sido convocado mais rapidamente. Mas como dizem que nunca é tarde para (re)começar, hoje eu não cometo mais esse erro. Então pessoal, vamos levantar a bunda da cadeira e dar o primeiro passo. Afinal, o objetivo é vencer a guerra e não destruir o guerreiro!


                   Um forte abraço e uma semana abençoada de estudos! Que a meta traçada seja totalmente cumprida. 

Até!!! 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

MOTIVAÇÃO: De catadora de lixo a funcionária da Justiça


Sonho, dedicação e garra marcaram a história de Lívia Marinho Lessa Barboza, 39 anos, técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Com uma infância difícil e cheia de medos, ela é a prova de que o esforço e a vontade de crescer levam além. Conhecer a trajetória de pessoas que começaram do nada e construíram uma história marcada pela determinação é sempre empolgante, e com ela não foi diferente.

"Fui criada em um bairro pobre, em Duque de Caxias. Era a mais velha dos quatro filhos. Sou ex-catadora de lixo de Caxias. Havia entre mim e meus irmãos um acordo que dividia a atividade de catar lixo por categorias, de acordo com a possibilidade de cada um: cobre para o mais novo, alumínio para o seguinte, vidro para minha irmã e ferro para mim. Éramos quatro irmãos inseparáveis, dividíamos tudo: as alegrias, as tristezas, os sofrimentos..."

Dificuldade é a palavra que define essa etapa na vida de Lívia. A necessidade de sair do aperto, das lágrimas e da vida sofrida fez a sonhadora correr atrás do tempo perdido. "Cresci e fui trabalhar fora. De 1994 até o fim de 2002, trabalhava no comércio, com muitas dificuldades para conciliar o trabalho e a família, já que o horário de trabalho, em diversas áreas comerciais, é extremamente cruel, agregando sábados, domingos e feriados como dias de expediente normal. Ainda inconformada com a minha vida, passei por uma banca de jornais no shopping em que trabalhava e li a notícia na FOLHA DIRIGIDA: 'Concurso para TJ-RJ: só 2º grau'. Naquela época eu não tinha o ensino médio. Saí do meu emprego e peguei o dinheiro de seis anos de trabalho e investi em um curso preparatório, tive de investir de corpo e alma no meu objetivo."

A tão sonhada estabilidade financeira foi uma das motivações para terminar o ensino médio e iniciar o curso preparatório. A vontade de ter uma vida mais confortável e mais segura levou Lívia a prestar concurso. Segundo ela, estudar era uma necessidade, uma forma de sustento. "Cada vez menos eu tinha oportunidade de ver as minhas filhas, e a vontade de ter um horário flexível e poder planejar um futuro mais próspero foi o que me impulsionou."

"Você tem de ir até o fim"

Naquele momento, Lívia se aventurou no desconhecido e se deparou com muitos obstáculos. "Conciliar as aulas do supletivo com o preparatório não era fácil. São milhões de informações que precisam ser apreendidas. São objetivos diários. Por exemplo, ‘minha meta hoje é superar 12 horas de estudo’, e concretizava. Quando você determina algo para sua vida, você tem que ir até o fim."

Mesmo com todo o esforço, o início foi bem complicado. E em 2004, o sucesso, enfim, foi alcançado. No ano em que completou o ensino médio, Lívia foi convocada. "A prova foi realizada no início de 2004, no mesmo período em que estava concluindo o ensino médio. Fui aprovada para o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e para o Tribunal Regional Federal (TRF). Concluí o ensino médio em junho de 2004 e fui convocada em julho do mesmo ano. Depois disso, entrei para a faculdade e cursei Letras."

A ex-catadora é exemplo de que uma realidade complicada não é necessariamente sinônimo de fracasso. Mesmo com um cenário que parecia ser o pior possível, ela venceu. Havia uma necessidade de sobrevivência, uma veia de esperança. "O estudo era uma maneira de sobreviver", diz ela.

"Só a educação leva a algum lugar"

Para a servidora, todas as pessoas têm condições de ingressar em uma carreira pública. Mas o desejo tem de vir carregado de muito esforço e boa vontade, planejamento e uma boa rotina de estudos. Esse é o caminho mais seguro para a aprovação. Além disso, ter o apoio das pessoas em volta também é uma segurança imensa na caminhada.

"Só através da educação chegaremos a algum lugar. Ter a oportunidade para se preparar é um diferencial. Minhas filhas e meu marido me apoiaram intensamente para que eu concretizasse o meu sonho. A partir dali, montei uma rotina de estudos e segui em frente. Eu deixei o lazer e horas de descanso de lado, priorizei os meus estudos e coloquei aquilo como minha maior meta", lembra.

Se o desejo é profundo, pode se tornar acessível. Qualquer pessoa que se determine a um objetivo, seja ele qual for, tem oportunidade de alcançá-lo. "A sensação de sonhar o meu sonho e concretizá-lo é saber que tudo que eu passei foi pelo meu esforço, é particular, ninguém me permitiu, eu me presenteei. Eu estou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por mérito e aprovação. Sou vencedora!", comemora Lívia Marinho.

Fonte: Folha Dirigida
MOTIVAÇÃO: De catadora de lixo a funcionária da Justiça

Sonho, dedicação e garra marcaram a história de Lívia Marinho Lessa Barboza, 39 anos, técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Com uma infância difícil e cheia de medos, ela é a prova de que o esforço e a vontade de crescer levam além. Conhecer a trajetória de pessoas que começaram do nada e construíram uma história marcada pela determinação é sempre empolgante, e com ela não foi diferente.

"Fui criada em um bairro pobre, em Duque de Caxias. Era a mais velha dos quatro filhos. Sou ex-catadora de lixo de Caxias. Havia entre mim e meus irmãos um acordo que dividia a atividade de catar lixo por categorias, de acordo com a possibilidade de cada um: cobre para o mais novo, alumínio para o seguinte, vidro para minha irmã e ferro para mim. Éramos quatro irmãos inseparáveis, dividíamos tudo: as alegrias, as tristezas, os sofrimentos..." Assista à entrevista completa AQUI.

Dificuldade é a palavra que define essa etapa na vida de Lívia. A necessidade de sair do aperto, das lágrimas e da vida sofrida fez a sonhadora correr atrás do tempo perdido. "Cresci e fui trabalhar fora. De 1994 até o fim de 2002, trabalhava no comércio, com muitas dificuldades para conciliar o trabalho e a família, já que o horário de trabalho, em diversas áreas comerciais, é extremamente cruel, agregando sábados, domingos e feriados como dias de expediente normal. Ainda inconformada com a minha vida, passei por uma banca de jornais no shopping em que trabalhava e li a notícia na FOLHA DIRIGIDA: 'Concurso para TJ-RJ: só 2º grau'. Naquela época eu não tinha o ensino médio. Saí do meu emprego e peguei o dinheiro de seis anos de trabalho e investi em um curso preparatório, tive de investir de corpo e alma no meu objetivo."

A tão sonhada estabilidade financeira foi uma das motivações para terminar o ensino médio e iniciar o curso preparatório. A vontade de ter uma vida mais confortável e mais segura levou Lívia a prestar concurso. Segundo ela, estudar era uma necessidade, uma forma de sustento. "Cada vez menos eu tinha oportunidade de ver as minhas filhas, e a vontade de ter um horário flexível e poder planejar um futuro mais próspero foi o que me impulsionou."

"Você tem de ir até o fim"

Naquele momento, Lívia se aventurou no desconhecido e se deparou com muitos obstáculos. "Conciliar as aulas do supletivo com o preparatório não era fácil. São milhões de informações que precisam ser apreendidas. São objetivos diários. Por exemplo, ‘minha meta hoje é superar 12 horas de estudo’, e concretizava. Quando você determina algo para sua vida, você tem que ir até o fim."

Mesmo com todo o esforço, o início foi bem complicado. E em 2004, o sucesso, enfim, foi alcançado. No ano em que completou o ensino médio, Lívia foi convocada. "A prova foi realizada no início de 2004, no mesmo período em que estava concluindo o ensino médio. Fui aprovada para o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e para o Tribunal Regional Federal (TRF). Concluí o ensino médio em junho de 2004 e fui convocada em julho do mesmo ano. Depois disso, entrei para a faculdade e cursei Letras."

A ex-catadora é exemplo de que uma realidade complicada não é necessariamente sinônimo de fracasso. Mesmo com um cenário que parecia ser o pior possível, ela venceu. Havia uma necessidade de sobrevivência, uma veia de esperança. "O estudo era uma maneira de sobreviver", diz ela.

"Só a educação leva a algum lugar"

Para a servidora, todas as pessoas têm condições de ingressar em uma carreira pública. Mas o desejo tem de vir carregado de muito esforço e boa vontade, planejamento e uma boa rotina de estudos. Esse é o caminho mais seguro para a aprovação. Além disso, ter o apoio das pessoas em volta também é uma segurança imensa na caminhada.

"Só através da educação chegaremos a algum lugar. Ter a oportunidade para se preparar é um diferencial. Minhas filhas e meu marido me apoiaram intensamente para que eu concretizasse o meu sonho. A partir dali, montei uma rotina de estudos e segui em frente. Eu deixei o lazer e horas de descanso de lado, priorizei os meus estudos e coloquei aquilo como minha maior meta", lembra.

Se o desejo é profundo, pode se tornar acessível. Qualquer pessoa que se determine a um objetivo, seja ele qual for, tem oportunidade de alcançá-lo. "A sensação de sonhar o meu sonho e concretizá-lo é saber que tudo que eu passei foi pelo meu esforço, é particular, ninguém me permitiu, eu me presenteei. Eu estou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por mérito e aprovação. Sou vencedora!", comemora Lívia Marinho. 

Fonte: Folha Dirigida